Devidamente cadastradas, a coleção conta com cerca de 2.000 garrafas de cachaças e outras bebidas raras.
As mulheres, que são a paixão e o motivo principal dos grandes bebedores da cachaça, na cura de suas dores-de-cotovelo, são bem representadas pela cachaça rara, Chica Boa.
Cachaça Milagre de Minas é produzida na Zona da Mata depois levada para Ouro Preto – Minas Gerais. Condicionada em tonéis de inox e lá fica por três meses macerando (processo em que as ervas são colocadas em sacos de tecidos denominados ‘bonecas', em seguida mergulhados na cachaça) com várias ervas (vide ingredientes abaixo). Após isso ela e misturada com a cachaça branca para padronizar o bouquet e o sabor.
Aguardente de cana destilada em pequenos alambiques na região de São Luiz do Paraitinga, Serra do Mar paulista (Vale do Paraiba). Compõe um blend de concentrado de suco e polpa de uma fruta silvestre chamada Cambuci. Com a cor alaranjada cristalina possui um sabor inédito, levemente adocicado e ao mesmo tempo cítrico. A Série A é a primeira bebida brasileira criada para harmonização com charuto.
A cachaça Souza Leão é produzida na cidade de Camaragibe – Pernanbuco, onde é envelhecida em tonéis de Carvalho e engarrafada em vidro com tampa de rosca. O Carvalho é uma das madeiras mais usadas no mundo e indicada para diversos tipos de destilados, como o uísque, rum, conhaque e outros. Esta madeira promove a oxidação ideal das bebidas contidas em seu interior. Além disso, um pouco da resina do malte impregnado na madeira e dos taninos são absorvidos pela cachaça durante o envelhecimento, o que lhe dá a cor dourada e o sabor amaciado, engrandecendo a cachaça ao paladar dos mais fiéis apreciadores.
Cachaça Teixeirinha, afrodisíaca, deliciosa, temperada com ervas perfumadas e deliciosas da mata atlântica, provada e aprovada por todos os adeptos de uma boa cachacinha deliciosa mineira bem trabalhada. 21 graus, cinco anos de envelhecimento. Ao mesmo tempo em que irá se deliciar desta iguaria irá se sentir um bem estar enorme por ser terapêutica.
Produzida por métodos tradicionais, esta aguardente vínica possui aroma complexo, com notas de frutos secos e café. Seu sabor aveludado foi adquirido ao longo de cinco anos de envelhecimento em barricas de carvalho português.
A cachaça Cachoeira de Cachaça é produzida e engarrafada na região serrana do Rio de Janeiro, a Cachoeira de Cachaça tem suas origens no tempo dos Bandeirantes. O documento que cria a Fazenda Cachoeira data de agosto de 1743 e a construção do engenho de 1841. Ao longo do tempo, mantiveram-se as tradições e aprimoraram-se as técnicas de produção da bebida. Cachoeira de Cachaça Premium, embalada em garrafa de cristal, especialmente criada pela artista plástica Regina Ricetti, é sempre um presente refinado e original.
Aguardente destilada de cana envelhecida 2 anos em tonéis de madeira de freijó adquirindo sabor e bouquet especiais. Está condicionada em garrafas totalmente revestidas com embalagem artesanal de palha de carnaúba e tem graduação alcoólica de 39% alc./vol.
A mais apreciada das Cachaças, chegou a perder o direito de utilizar seu nome, quando passou a se chamar Anísio Santiago, nome de seu criador. Mas reconquistou na justiça o nome Havana.
Item indispensável na coleção de qualquer apreciador. De alta qualidade, possui sabor e embalagem inconfundíveis.
Cachaça Histórica de alta qualidade. Difícil de adquirir, é muito requisitada pelos apreciadores e colecionadores.
Cachaça em Homenagem ao Pelé. Mas o rei do futebol sempre foi inflexível quanto a não promover bebidas alcoólicas, tanto que retirou do mercado a cachaça que utilizava seu nome sem permissão. Por isso a garrafa se tornou peça rara e é cobiçada pelos colecionadores.
Rum cubano que gerou polêmica com a Cachaça Havana, obrigando a tradicional aguardente de cana a mudar de nome durante determinado período.
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A principal diferença da bebida destilada (uísque e outras aguardentes, conhaque, vodca) para a bebida fermentada (vinho e cerveja) é o teor alcoólico: a destilada contém muito mais álcool que a fermentada.
A mais antiga referência da fabricação de cerveja foi descoberta em 1989 pelo arqueólogo norte americano Jeremy Geller no Egito, a 750 KM do Cairo. Usando a técnica do Carbono 14, Geller determinou que os fragmentos encontrados por ele, datavam de 5400 anos antes de Cristo. Ou seja, a humanidade vem bebendo cerveja há pelo menos 74 séculos.
O nome primitivo do fogão a lenha utilizado pelos índios era Tucuruba. Na escravatura, enormes, eles cozinhavam tachos e tachos na senzala. Uma pesquisa revelou que na zona rural de Minas Gerais 96,9% das cassa ainda usam fogão de lenha.
José Valien Royo, que imortalizou o “baixinho da Kaiser”, se tornou garoto-propaganda da marca por acaso. Ele era, na verdade, motorista da produtora Nova Filmes. Convidado a completar um grupo de figurantes, chamou atenção pelo seu jeito engraçado e um tanto atrapalhado de ser, o que acabou lhe rendendo o papel como protagonista do comercial da cerveja.